Olá liberdade!



Houve um tempo em que eu não precisava me preocupar com nada... E isso não era só enquanto eu era criança não! Enquanto morei com o meu pai, nunca tive que pegar em um pano de chão, lavar louça, pagar contas... Nunca tive que ser responsável por nada. Nunca comprava meus próprios remédios ou objetos de uso pessoal. Nem sabia quanto custava uma escova de dentes. Lamentável, eu sei. Mas era assim que era. E bem ou mal eu era feliz. Porque é o que dizem né?! A ignorância é uma bênção! E como é. 
Maaaaas, a vida me deu uma rasteira pra mostrar que o buraco era mais embaixo. E eu chorei, sofri, neguei, odiei... doeu, mas eu aprendi. Aprendi que precisava me virar sozinha. E não morri até hoje. Ainda tô aqui! E se querem saber, nunca me senti tão bem em toda a minha (idiota) vida. Hoje que vejo toda a verdade, como as coisas realmente são, sou grata por tudo que me aconteceu. A vida me afastou de tudo que não era bom pra mim. De certa forma, tudo que ficou pra trás, não se encaixa com a pessoa que eu me tornei. E foda-se. Se foi é passado, e eu hoje só vivo aqui. No presente. E isso me faz sentir livre pra kct!! Tem um texto do Osho, em que ele fala que só é possível ser livre quando você assume a responsabilidade de ser quem você é, das coisas que você faz e diz. E é assim que eu vivo hoje! Olá responsabilidade, olá liberdade.


Santa Morena



(Leia este texto ouvindo o choro Santa Morena, de Jacob do Bandolim)


Sabe quando você quer mudar sua vida, e quer começar pelas roupas, pelos sapatos, pelos acessórios? Sabe quando você percebe que você já mudou, e que seus trajes, objetos e bijus já não lhe servem mais? Aquele vestido que já não combina com você, mas fica uma esperança de voltar a usar em alguma ocasião... que nunca acontece.

Em meio a esse turbilhão de acontecimentos que nos envolvem dia a dia, às vezes estamos meio folk, outras vezes meio gybsy, e tem dias que queremos seguir um estilo mais boho, um cropped top, um esmalte de outra cor que não aquela que sempre usa, um cinto, uma gola Peter Pan. Enfim, todo mundo tem um estilo pessoal baseado em gostos e escolhas. E isso interfere diretamente no comportamento e, consequentemente na roupa, nos acessórios, em sapatos e bolsas que usamos.

O ritmo de vida, os afazeres dentro e fora de casa, o tipo de trabalho, as responsabilidades e as missões diárias... Tudo isso interfere na maneira com que nos vestimos. E mudanças nesses quesitos nos “forçam” a mudar também no estilo, em busca de algo que combine com a gente, que nos deixe mais confortáveis e satisfeitas, no PRESENTE momento da vida.

Pensando no que queremos sentir com uma determinada roupa e de que precisamos adequar a nossa prioridade de alma às prioridades da nossa vida, eu e mais três amigas (Tariana Fernandes, Lua Barreira e Tainá Bougleux) resolvemos que saíssem dos nossos armários todas as roupas que já não combinam mais com a gente, ou que simplesmente estão lá em excesso, e que poderiam ser mais aproveitadas e usadas por outras meninas e mulheres. E criamos o Santa Morena Bazar.

O Santa Morena Bazar é um bazar de roupas femininas, acessórios, sapatos, bolsas, bijus, lingerie e artigos de decoração, itens com pouco uso ou nunca usados. Os tamanhos das roupas variam de 34 a 46 e os preços... (hum!) de 5 a 50 reais! Paralelamente a isso, estamos organizando uma Campanha do Agasalho, já que dia 21/06 começa o Inverno (assunto para o próximo post!).

São duas excelentes ideias para você se juntar com as amigas e fazer o bem (com e sem fins lucrativos)! E deixo o convite para você, leitor ou leitora, comparecer ao Santa Morena Bazar!


Santa Morena Bazar
Somente no dia 07 de junho de 2014 (sábado)
Rua das Laranjeiras, 336/ 103A - Laranjeiras - Rio de Janeiro/RJ
Horário: das 11 às 17h
Apareça!

Beijos,
Ingrid





Um filme em câmera lenta



Não consigo parar de tremer. É como se meu corpo tivesse vida própria. Vontade essa alheia ao meu raciocínio lógico dessaa situação. Eu tive que deixar você ir. Não tinha outra escolha. E eu sei que vai parar de doer qualquer hora dessas. Afinal, não se pode perder o que nunca teve. E por mais pessimista que isso possa parecer, começo a acreditar que o "até qualquer hora" foi na verdade um, "até nunca mais" sem coragem. Mas fica tranquilo...eu vou me conformar, me acostumar novamente à vida sem você. Sem dúvida, tudo parece uma merda agora. Parece muitas vezes o fim do mundo. Mas aí me lembro que já vi o fim do mundo inúmeras vezes, e que ainda assim o Sol nasceu pela manhã, e o meu coração continuou batendo. Dolorido, calejado, mas batendo. Te esquecer, eu não posso me dar ao luxo. Ficar longe tampouco. Vou ter que levar a sério agora a minha meditação, ou eu piro de vez. Porque te ver todos os dias, estar tão perto, ter que sorrir querendo gritar... isso poderia me matar. Preciso de todas as minhas forças pra não ter uma crise toda vez que eu lembro da forma como você costumava segurar meu rosto com as suas duas mãos (grandes) pra me beijar, ou quando lembro da forma como você costumava (e às vezes sorrateiramente ainda olha) olhar pra mim. Enquando suas palavras dizem uma coisa, seus olhos me contam a verdade. Mas respeitarei sua decisão e vou suprimir todo e qualquer amor que eu possa ainda sentir por você. Mas porra, perto do dia dos namorados?? Você não tem coração? Talvez não. Talvez por isso você tenha toda razão. Aí sim, faria algum sentido.

Att. Pra sempre sua.

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